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23 dezembro 2007

PRESIDENTE DA AAGIL ERROU FEIO


Foto: Gleisa
Wallace, terceiro colocado no Campeonato Paraense 2007 da AAGIL nas provas do Estilo Vertical da Categoria Especial

O Presidente da AAGIL, Sr. FernandoRabelo, entregou a medalha de terceiro lugar de Vertical 2007 ao atleta Paulinho Brasil, que tem 13 pontos no ranking, obtidos na prova de Castanhal-PA, quando deveria ter anunciado e entregue ao atleta Ederson Wallace - 14 pontos, sendo oito em Castanhal - PA e seis na Etapa VI na Cambará em Belém.

A coisa só não ficou muito pior porque o erro foi descoberto pelo próprio Presidente quando, na divulgação atualizava o mapa do ranking.

Ééé,transparência é bom por isso, a gente fica sabendo das coisas. E vamos se ligar aí, Sr. Presidente!

21 dezembro 2007

A Lei do Esporte


da esquerda: Emerson "Chorão", Hugo "Taichi" e Luan, estudando na sede provisória, durante laboratório de arbitragem da AAGIL em 11.02.07
Aqui já vem uma palavrinha que repugna muitos inliners: LEI. Pois é. O Brasil é um país de muitas leis e entre elas há uma que pretende colocar bem claramente os rumos do esporte brasileiro. As duas últimas versões dela se chamaram Lei Zico e Lei Pelé. A última ainda em vigor, ambas, obviamente, não foram feitas tendo em mente o Aggressive Inline. Não se tem notícia de que os dois protagonistas cujos nomes deram título às tais leis tenham sido inliners. Nem os políticos que aprovam e emendam as leis no Senado e Câmara devem ter pensando no inline ao estudar a Lei Pelé ou qualquer outra lei relacionada ao esporte.

Mas que Lei é essa que tem o nome do nosso querido Rei Pelé? É a lei pela qual o estado brasileiro determina como deve ser organizado o esporte nacional e todos, sem exceção, devem conhecer essa lei para ter alguma compreensão do esporte em nosso país. Convido você para, juntos, darmos uma olhada nos primeiros termos da Lei Pelé, esclarecendo logo de saída que há diferença entre os conceitos de entidades de administração desportiva e entidades de prática desportiva.

Confederações, federações e ligas são entidades de administração desportiva enquanto as associações, usualmente, são entidades de prática desportiva.

Essa é uma distinção muito importante, pois auxilia na compreensão do funcionamento do sistema desportivo em que a AAGIL está inserida.

18 dezembro 2007

Algumas razões para escrever sobre Agg Inline


Houve um momento na minha vida em que tive a nada modesta pretensão instigar, promover, estimular a formação de um ramo do jornalismo desportivo, que é o jornalismo desportivo radical, mais especificamente, um jornalismo voltado para a patinação aggressive inline.

Nenhum esporte pode prosperar estando à mercê de informações desencontradas, da ignorância quase completa de suas regras, enfim, do funcionamento geral da modalidade. Esta era a razão, no princípio, porque decidi escrever sobre aggressive in line.

Ora, a patinação aggressive inline é praticada em todo o Brasil, provavelmente de forma mais densa no sul e sudeste, mas é encontrada em todo o território nacional. São jovens ávidos de aventura, amantes do risco, da manobra perigosa.

Convivendo com alguns desses jovens na Associação Paraense de Patinação Aggressive In-lineAAGIL, onde exerço a função de Presidente, pude ver que entre eles não há clara compreensão do funcionamento do Sistema Desportivo Nacional, nem compreendem bem o funcionamento da atual organização do inline no Brasil em termos das relações de poder. Quer dizer, não parecem compreender quem manda no inline hoje em dia, quem determina os rumos desse esporte, nem o que eles como atletas podem fazer para tomar em suas mãos os rumos do esporte.

Minha pretensão foi ampliada, então, e passei ame dedicar , também, a chacoalhar as mentes dos próprios atletas de aggressive inline.

Como o estado de ignorância dessas questões, muito provavelmente, atinja também os atuais donatários da modalidade aggressive inline, espero, sinceramente e sem rancor algum, que eles também se beneficiem de alguma das idéias que ora coloco à disposição.

O público leigo, estudantes de educação física, pais e familiares de atletas de inline se beneficiarão, também, do que aqui irei expor, pois esta leitura irá ajudá-los a compreender o meio em que vivem esses atletas e que forças sociais estão atuando neles e com eles.

12 dezembro 2007

Entendendo o trabalho da AAGIL - Introdução

O sistema desportivo como um todo, no Brasil, tem dois lados que se correspondem, um privado e um estatal.


Tabela de relacionamentos entre o setor esportivo dentro e fora do governo
(Sei que a tabela está meio ilegível, vou providenciar uma mais clara, quando tiver tempo, ocasião em que apagarei esta obs )

É como se a legislação tivesse estabelecido um tipo de organismo para cada instância de governo, ou seja: em nível municipal o relacionamento se dá entre prefeitura e associações, clubes. Já em nível regional ou estadual encontram-se as ligas e federações do lado privado e do outro as secretarias estaduais de governo. Finalmente, na instância mais alta da organização desportiva nacional encontram-se as confederações e os comitês olímpico e para olímpico do lado privado e o Ministério dos Esportes no mesmo nível, mas na esfera governamental.

Há, também, os dois Comitês, Olímpico e Paraolímpico, entidades privadas sem fins lucrativos, cuja atuação se dá em nível nacional e que se arrogam o direito de representar o Desporto Brasileiro internacionalmente.

Então é assim, a organização desportiva acompanha mais ou menos o jeito de organizar administrativamente o País, começando pela organização local e subindo para a organização nacional, passando pela estadual. Via de regra é associação que representa as pessoas do bairro ou de uma comunidade. Um exemplo de que eu gosto muito vem de fora do esporte. São os taxistas. Outro dia vi um carro que ostentava o nome de sua associação: “Associação dos Taxistas do Supermercado ...”. Quer dizer, criaram uma associação para cuidar da questão do táxi na área geográfica de um supermercado. Eles também utilizam o recurso de se organizar em cooperativas, mas este é outro campo. Voltemos ao esporte.

Eu dizia, então, que há um relacionamento preferencial entre as associações e os poderes municipais, mais especificamente as prefeituras. Mas isto não é obrigatório, não. Nem a associação precisa ser restrita, geograficamente, ao município, nem precisa se relacionar apenas com a prefeitura. A associação pode ser até mundial. Apenas afirmo que, preferencialmente ou naturalmente ou por tradição ou apenas porque buscam o bem estar de pequenas coletividades locais, as associações tendem ao relacionamento horizontal maior com os poderes locais, as prefeituras, as câmaras de vereadores. Neste último caso, geralmente, para pedir apoio aos vereadores.

Repito, nada disso é obrigatório, são apenas constatações do que ocorre mais frequentemente.

Em resumo, podemos, então, identificar certa correspondência entre a estrutura político-administrativa do Brasil, de um lado, enquanto federação de estados e estados formados por municípios, e de outro, as confederações aglutinando federações/ligas formadas por associações. Notem que digo certa correspondência, mas não digo correspondência biunívoca nem obrigatória.

Por seu turno, a organização do Aggressive In line, hoje em dia, é completamente estranha à organização dos esportes de competição em geral. A estrutura desportiva brasileira vem sendo ignorada por aqueles que dirigem o esporte. Não estou dizendo que há um órgão dirigindo o esporte. Estou dizendo que as várias direções do esporte ignoram a conformação pedida pela lei. Mas não estou dizendo, também, que os dirigentes do esporte estão agindo fora da lei, não. Os atuais dirigentes do agressive inline apenas não se deram conta de que existe uma legislação que institui a maneira de se organizarem os esportes no Brasil.

Quem, afinal, dirige o aggressive in line no Brasil? Há uma direção sendo dada para o aggressive in line no Brasil? Que direção seria essa? Estas perguntas, ingênuas até, reconheço, nos remetem à idéia de administração do agg inline.

Relativamente a administração entendo que a organização requer planejamento, direção, coordenação e controle, além da transparência e responsabilidade social. São palavras chave que precisam ser conhecidas e meditadas e postas em prática por todos que se envolvem com o esporte. Um jornalista desportivo honesto, por exemplo, precisa ter em mente tais palavras e compreender seu significado e confrontá-lo com sua visão de toda e qualquer modalidade desportiva. São elas que vão pavimentar o caminho da compreensão do funcionamento do esporte e as prioridades para noticiar, criticar ou apenas identificar fatos e pessoas.

Ora, o jornalismo desportivo, querendo ou não, acaba funcionando como atestado de bons antecedentes desportivos das modalidades. Se os jornalistas desportivos permanecerem ignorantes do que se passa no esporte porque não o compreendem, estarão sendo desonestos e não éticos, por saberem que não poderão cumprir corretamente sua obrigação, seja a de informar seja a de opinar.

Da mesma forma, atletas que dão apoio a iniciativas completamente estranhas à organização desportiva nacional estão, na verdade, trabalhando contra si próprios, pois tais iniciativas, embora usem sempre o slogan do “inline no coração e para sempre”, na verdade buscam o lucro dos organizadores. Vi muitos e muitos garotões agindo romanticamente em relação à organização do esporte – life style, dizem - sem saberem que estão sendo manipulados por ideologia estranha a sua terra e seu povo. Não que isto seja errado, afinal, ser alienado não é ser certo nem errado, é apenas ser alienado. O fato é que não se vê no Brasil do aggressive in line outras iniciativas além da AAGIL que busquem os rumos apontados pela legislação desportiva.

Em resumo, então, a organização do agg inline nacional não obedece a lei do esporte. Embora não se possa dizer que esteja fora da lei, pode-se dizer que legalmente está fora do esporte.

Ora, há vários problemas relacionados a essa ausência de vínculo entre a organização proposta pela lei e a atual organização que vige no Aggressive Inline nacional. Esse é o panorama que, entre outras coisas, pretendo examinar com vocês aqui.

11 dezembro 2007

Segurança para Senadora Roseana Sarney praticar Patins ou Skate

de :AAGIL - Associacao Paraense de Patinacao Aggressive In-line

para: Senador eduardo.suplicy@senador.gov.br

data: 10/12/2007 17:08

Acabei de vê-lo na TV Senado informando, entre outras, que a Senadora havia se operado de lesão causada por prática do Skate com os netos.

É provável que outras senadoras e senadores queiram praticar Patins ou Skate. É necessário, porém, minimizar os riscos inerentes a esses esportes. Por isso, tomo a liberdade de sugerir, além do uso de equipamentos de segurança tradicionais, o uso do suspensório anti-queda como este que fiz instalar em minha Academia de Capoeira Cambará que é também sede provisória da Associação de Patins aqui em Belém do Pará.

Já testei com pessoas de diferentes idades e preparo físico, inclusive eu mesmo, que já vou para a casa dos 60, e ele funcionou direitinho. Pode ajudar, também, pessoas jovens que detestem quebrar seus próprios ossos.

http://br.youtube.com/watch?v=pPzKHqtfCbg

http://br.youtube.com/watch?v=Tvve7RS7fEo

(no segundo vídeo o suspensório aparece após o primeiro minuto)

Acredito, ainda, que já passa da hora de se discutir sobre a legalização dos Patins como meio de transporte individual, como a Bicicleta o é.

Abraço de FernandoRabelo

Presidente da ASSOCIAÇÃO PARAENSE DE PATINAÇÃO AGGRESSIVE IN LINE - AAGIL
Belém - PA

06 dezembro 2007

Pista em Santa Izabel

O Paulo, de Santa Izabel, informou hoje, 056.12.07, por telefone ao Hugo "Taichi" que está em andamento a construção da pista de lá. Veja aí no fpSK8 o informe do Presidente Mario Hesket: http://3.bp.blogspot.com/_Seojozr-s5A/RzDNpR_7NoI/AAAAAAAAAJM/qUFqB6MU39A/s1600-h/pista_izabel_jpg.jpg

Muitas outras virão, pessoal. Vamos apoiar quem merece apoio.